FUTEBOL URUGUAYO:

'' É uma religião nacional. A única que não tem ateu. Somos poucos: 3,5 milhões de uruguayos. É menos gente do que um bairro de São Paulo. É um país minúsculo. Mas todos futebolizados. Temos um dever de gratidão com o futebol. O Uruguay foi colocado no mapa mundial a partir do bicampeonato olímpico de 1924 e 1928, pelo futebol. Ninguém nos conhecia.

O futebol uruguayo é o melhor? Não. No mundo guiado pelas leis do lucro, onde o melhor é quem ganha mais, eu quero ser o pior. Não poderíamos sequer cometer o desagradável pecado da arrogância. Seria ridículo para um país pequeno como o nosso. Não somos importantes, o que é bom. Neste mundo de compra e venda, se você é muito importante vira mercadoria. Está bom assim.

Como explicar Uruguay?.... Somos um pouco inexplicáveis. Aí é que está a graça".

EDUARDO GALEANO - Escritor

quinta-feira

JUGADOR URUGUAYO FRANCISCO MAJEWSKI


Francisco Majewski (1 May 1939 – 22 April 2012) was a professional footballer who played in the Uruguayan Primera División and Mexican Primera División.
Born in Montevideo, Majewski played as a central defender and was an imposing figure at 1.84 meters and 187 kilos. He began playing for the youth side of Peñarol. At age 15, he joined Peñarol's senior side, where he would deputy for William Martínez. He won three Uruguayan league titles and the 1960 Copa Libertadores and played in the 1960 Intercontinental Cup before leaving the club.
In 1961, Majewski moved to Mexico to join Atlante F.C. under manager Jorge Marik. After two seasons, he transferred to Necaxa where he would partner Jorge Albert in central defense for seven years. He won the 1965–66 Copa México with Necaxa, and was known as "Caballero del área" ("Gentleman of the area") for his discplinary record as he only received two red cards during his entire career.